Terceirização e a exclusão da pessoa com deficiência no trabalho


Participaram do encontro (esquerda para direita) Thays Toyofuku, gerente de Diversidade e Inclusão da JLL; Eliane Ranieri, integrante do Grupo Diretor da REIS; Alessandro Bueno, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Microsoft; Marinalva da Silva Cruz, secretária adjunta da Secretaria da Pessoa com Deficiência do Município de São Paulo (SMPED); Guilherme Cavalieri, diretor de Desenvolvimento Humano Latam da Serasa Experian; Andréa Regina, gerente de Sustentabilidade Corporativa da Serasa Experian, deputada federal Mara Gabrilli; Sofia Vilela de Morais e Silva, procuradora do Ministério Público do Trabalho (MPT); Maria Elisa Gualandi Verri, sócia de TozziniFreire Advogados; Natasha Gabrieli Santos, Analista de Diversidade e Inclusão da Serasa Experian; e Ana Claudia Ferreira Miguel, consultora de Recursos Humanos de TozziniFreire Advogados. Imagem: Divulgação





Os impactos da reforma trabalhista na Lei nº 8.213/1991, chamada de Lei de Cotas, e como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (nº 13.146/2015) pode favorecer o acesso dessa população ao mercado de trabalho foram os temas debatidos no ‘2º Encontro de CEOs pela Inclusão’, promovido pela Rede Empresarial de Inclusão Social (REIS) na sede de TozziniFreire Advogados, uma das 96 corporações que integram o grupo.



“A REIS foi constituída há cinco anos e as empresas que fazem parte dela incrementaram seu conhecimento quanto às necessidades de inclusão das pessoas com deficiência no ambiente de trabalho. As organizações reconhecem melhor suas necessidades de investimento, tanto em arquitetura, no que tange à acessibilidade, quanto em sistemas de TI e habilidade dos gestores e colaboradores em tratar o tema”, explica a Maria Elisa Verri, sócia de TozziniFreire, que intermediou o debate.



“Fatores importantes, como respeitar e entender as diferentes deficiências, preparar gestores para acolher os profissionais, oferecer suporte adequado ao desempenho das atividades das pessoas com deficiência e incluir tais mudanças na cultura empresarial, para que não haja diferenças de oportunidades dentro do mesmo ambiente, são aprendizados alcançados nesses anos de existência rede”, comenta Maria Elisa. “E o principal fator a ser considerado são as ações para divulgar esse aprendizado e os meios de fazer com que outras empresas se conscientizem sobre o assunto”, diz.


Data de Publicação: 25/12/2017

Fonte: Estadão