Quem tem deficiência é capaz de muita coisa: ler, escrever, fazer contas, brincar, escutar, ver, tocar e até ser independente?


Para que algo possa acontecer, o deficiente (esteja ele em qualquer estágio) precisa de novos desafios para aprender a viver com cada vez mais autonomia.



De acordo com WERNECK (1997), a inclusão é necessária porque somos todos diferentes, todos nós temos limitações e potencialidades. O que é preciso definir, segundo a autora, é o tipo de escola/sociedade que buscamos: a da inserção ou a da inclusão. A inserção é a perspectiva na qual é dada à pessoa com deficiência a oportunidade de se adequar aos padrões sociais: o estudante que precisa de muitas aulas particulares para alcançar o conteúdo, o trabalhador que precisa aceitar trabalhos limitados. A inclusãotem outra perspectiva: a pessoa deficiente tem os mesmos direitos e deveres de uma pessoa dita “normal”, todos são cidadãos e participam da vida social.


Data de Publicação: 25/12/2017

Fonte: APAE