6 dicas para ajudar as pessoas com deficiência a conseguirem emprego


De acordo com o censo de 2010, existem mais de 45 milhões de pessoas com deficiência no Brasil, o que representa 23,9% da população. Também de acordo com o censo, pelo menos 5,7 milhões de pessoas com deficiência estão aptas para trabalhar. Mas, em 2014, apenas 380 mil pessoas com deficiência estavam de fato trabalhando. Ou seja, é bem baixo o número de PCD que estão no mercado de trabalho. E sabemos que essa realidade gera um sentimento de impotência e exclusão. Então, como podemos mudar isso? 



 



Vamos voltar um pouco aos velhos tempos: as pessoas com deficiência não tinham acesso à educação de qualidade, o que era uma exclusão, mas era um dos motivos pela inacessibilidade ao mercado de trabalho. Agora as coisas mudaram, e, felizmente, com melhor acesso à educação e avanço da tecnologia, as pessoas com deficiência estão conseguindo se capacitar e se sentirem mais inseridas na sociedade. Inclusive, algumas das pessoas mais inteligentes são pessoas com deficiência. Pense no Stephen Hawking. Cinquenta anos atrás, ele não poderia ser capaz de se comunicar. Hoje ele é um dos maiores gênios, capaz de desvendar segredos e mistérios do universo.



 



Por isso, separamos 6 dicas de como fazer a diferença positiva para auxiliar as pessoas com deficiência a ingressarem no mercado de trabalho:



 



1) Se você é pessoa com deficiência, busque capacitação. Existem diversos cursos gratuitos disponíveis para que você consiga estar apto para as oportunidades. Sabemos que muitas vezes a acessibilidade é um obstáculo, e é por isso que sugerimos cursos online. Aprender nunca é demais, e certamente garante uma vantagem quando você busca uma vaga de emprego. Temos a nossa plataforma de cursos online que pode lhe ajudar com cursos na área de Vendas, Preparação para Entrevista de Emprego, entre outros: http://cursos.egalite.com.br/; Também existe a Plataforma de Cursos Online do Bradesco, com diversas capacitações de Pacote Office, Tecnologia da Informação, Atendimento ao Público, Comunicação Escrita, etc: http://www.ev.org.br/. Ou seja, é bem amplo o universo de capacitação online e gratuita, é apenas questão de boa vontade.



 



2) Se você ainda não tem experiência ou não está conseguindo reingressar no mercado de trabalho, talvez seja uma boa iniciar em oportunidades mais básicas e que o salário não seja o melhor. Assim, você consegue uma oportunidade de mostrar seu trabalho e se desenvolver, aprender e aprimorar o currículo. É importante dar um passo de cada vez.



 



3) Conheça os fatos. Seja você uma pessoa com deficiência, um parente de alguém que tenha alguma deficiência, alguém do RH ou um cidadão interessado no assunto, você precisa saber que cerca de 5,3 milhões de pessoas com deficiência estão fora do mercado de trabalho (pelo menos em 2014). E certamente grande parte deste número está interessada em trabalhar. Todos sabemos que as empresas querem ganhar dinheiro, e, assim como qualquer outro colaborador, as pessoas com deficiência podem tornar essas empresas ainda mais rentáveis. Também conhecemos os velhos e preconceituosos estereótipos de que a palavra "deficiência" remete a alguém que precisa de piedade ao invés de alguém com algo a oferecer. Felizmente, isso está mudando e com a tecnologia de hoje uma pessoa cega pode trabalhar perfeitamente por meio de softwares gratuitos. Uma pessoa com autismo com dificuldades em se comunicar, pode falar claramente através de tecnologias assistidas. Os avanços devido à ciência, educação, medicina e reabilitação são transformadores. Pessoas com qualquer tipo de deficiência têm demonstrado formas únicas e criativas para contribuir com o local de trabalho. Está mais do que na hora de as empresas tirarem proveito desses avanços para contratar pessoas com deficiência de acordo com as habilidades que elas têm.



 



4) Se você é do RH ou gestor de uma empresa, eduque os seus colaboradores. Existem influenciadores e ativistas que nem sequer tem ligação com alguém que tenha deficiência, mas abraçam a causa e disseminam conhecimento sobre o assunto. Para que a inclusão das pessoas com deficiência no ambiente de trabalho seja efetiva, é necessário contar com a contribuição de todos que fazem parte da empresa. A equipe precisa ser orientada sobre a necessidade de ser solidária com seus novos colegas, ter paciência com suas limitações, saber ensinar e partilhar. Não se pode admitir nenhum tipo de exclusão, preconceito ou tratamento pejorativo. É importante reunir a equipe e explicar a todos os objetivos com o projeto de inclusão, além de oferecer informações sobre as características básicas relativas à deficiência do colega que irá integrar a equipe. Todos precisam compreender que o colaborador com deficiência é parte da equipe pelas suas competências e habilidades, que certamente vão muito além das cotas. Para que isso ocorra da melhor maneira possível, é interessante realizar treinamentos e sensibilização com os colaboradores da empresa. Confira nossos materiais educativos que podem dar suporte neste quesito: https://www.egalite.com.br/materiais 



 



5) Fale sobre cases que deram certo. Falar sobre o tema é ótimo, mas melhor ainda é  ver a inclusão na prática, não é mesmo? Por isso é importante compartilhar cases de pessoas com deficiência que não só conseguiram ingressar no mercado de trabalho, mas como também estão se desenvolvendo nas empresas. Um exemplo é uma reportagem de capa do jornal americano The New York Times, que fala sobre "A Vantagem do Autismo". O dinamarquês Thorkil Sonne criou uma empresa chamada Specialisterne (traduzida como "os especialistas"). A ideia dele é de que, no ambiente certo, um adulto com autismo não poderia simplesmente manter um emprego, mas também ser o melhor colaborador. E isso deu certo. Este é um bom exemplo de case de sucesso. Também temos um case mais próximo, que é da Egalitê, veja aqui a história do Roger e aqui outros cases também. Histórias como essas são necessárias para mostrar como é possível sim fazer uma inclusão de forma plena e efetiva.



 



6) Mantenha a positividade e nunca desista. Ainda temos muito o que mudar, mas tudo pode ser feito. Obviamente que sozinhos, nos sentimos sozinhos. Mas juntos nós podemos e vamos fazer a diferença. Envolva-se para que a inclusão de pessoas com deficiência seja feita de forma eficaz. 



 



E você, tem mais alguma dica para auxiliar as pessoas com deficiência a fazerem parte do mercado de trabalho? Compartilhe com a gente.De acordo com o censo de 2010, existem mais de 45 milhões de pessoas com deficiência no Brasil, o que representa 23,9% da população. Também de acordo com o censo, pelo menos 5,7 milhões de pessoas com deficiência estão aptas para trabalhar. Mas, em 2014, apenas 380 mil pessoas com deficiência estavam de fato trabalhando. Ou seja, é bem baixo o número de PCD que estão no mercado de trabalho. E sabemos que essa realidade gera um sentimento de impotência e exclusão. Então, como podemos mudar isso? 



 



Vamos voltar um pouco aos velhos tempos: as pessoas com deficiência não tinham acesso à educação de qualidade, o que era uma exclusão, mas era um dos motivos pela inacessibilidade ao mercado de trabalho. Agora as coisas mudaram, e, felizmente, com melhor acesso à educação e avanço da tecnologia, as pessoas com deficiência estão conseguindo se capacitar e se sentirem mais inseridas na sociedade. Inclusive, algumas das pessoas mais inteligentes são pessoas com deficiência. Pense no Stephen Hawking. Cinquenta anos atrás, ele não poderia ser capaz de se comunicar. Hoje ele é um dos maiores gênios, capaz de desvendar segredos e mistérios do universo.



 



Por isso, separamos 6 dicas de como fazer a diferença positiva para auxiliar as pessoas com deficiência a ingressarem no mercado de trabalho:



 



1) Se você é pessoa com deficiência, busque capacitação. Existem diversos cursos gratuitos disponíveis para que você consiga estar apto para as oportunidades. Sabemos que muitas vezes a acessibilidade é um obstáculo, e é por isso que sugerimos cursos online. Aprender nunca é demais, e certamente garante uma vantagem quando você busca uma vaga de emprego. Temos a nossa plataforma de cursos online que pode lhe ajudar com cursos na área de Vendas, Preparação para Entrevista de Emprego, entre outros: http://cursos.egalite.com.br/; Também existe a Plataforma de Cursos Online do Bradesco, com diversas capacitações de Pacote Office, Tecnologia da Informação, Atendimento ao Público, Comunicação Escrita, etc: http://www.ev.org.br/. Ou seja, é bem amplo o universo de capacitação online e gratuita, é apenas questão de boa vontade.



 



2) Se você ainda não tem experiência ou não está conseguindo reingressar no mercado de trabalho, talvez seja uma boa iniciar em oportunidades mais básicas e que o salário não seja o melhor. Assim, você consegue uma oportunidade de mostrar seu trabalho e se desenvolver, aprender e aprimorar o currículo. É importante dar um passo de cada vez.



 



3) Conheça os fatos. Seja você uma pessoa com deficiência, um parente de alguém que tenha alguma deficiência, alguém do RH ou um cidadão interessado no assunto, você precisa saber que cerca de 5,3 milhões de pessoas com deficiência estão fora do mercado de trabalho (pelo menos em 2014). E certamente grande parte deste número está interessada em trabalhar. Todos sabemos que as empresas querem ganhar dinheiro, e, assim como qualquer outro colaborador, as pessoas com deficiência podem tornar essas empresas ainda mais rentáveis. Também conhecemos os velhos e preconceituosos estereótipos de que a palavra "deficiência" remete a alguém que precisa de piedade ao invés de alguém com algo a oferecer. Felizmente, isso está mudando e com a tecnologia de hoje uma pessoa cega pode trabalhar perfeitamente por meio de softwares gratuitos. Uma pessoa com autismo com dificuldades em se comunicar, pode falar claramente através de tecnologias assistidas. Os avanços devido à ciência, educação, medicina e reabilitação são transformadores. Pessoas com qualquer tipo de deficiência têm demonstrado formas únicas e criativas para contribuir com o local de trabalho. Está mais do que na hora de as empresas tirarem proveito desses avanços para contratar pessoas com deficiência de acordo com as habilidades que elas têm.



 



4) Se você é do RH ou gestor de uma empresa, eduque os seus colaboradores. Existem influenciadores e ativistas que nem sequer tem ligação com alguém que tenha deficiência, mas abraçam a causa e disseminam conhecimento sobre o assunto. Para que a inclusão das pessoas com deficiência no ambiente de trabalho seja efetiva, é necessário contar com a contribuição de todos que fazem parte da empresa. A equipe precisa ser orientada sobre a necessidade de ser solidária com seus novos colegas, ter paciência com suas limitações, saber ensinar e partilhar. Não se pode admitir nenhum tipo de exclusão, preconceito ou tratamento pejorativo. É importante reunir a equipe e explicar a todos os objetivos com o projeto de inclusão, além de oferecer informações sobre as características básicas relativas à deficiência do colega que irá integrar a equipe. Todos precisam compreender que o colaborador com deficiência é parte da equipe pelas suas competências e habilidades, que certamente vão muito além das cotas. Para que isso ocorra da melhor maneira possível, é interessante realizar treinamentos e sensibilização com os colaboradores da empresa. Confira nossos materiais educativos que podem dar suporte neste quesito: https://www.egalite.com.br/materiais 



 



5) Fale sobre cases que deram certo. Falar sobre o tema é ótimo, mas melhor ainda é  ver a inclusão na prática, não é mesmo? Por isso é importante compartilhar cases de pessoas com deficiência que não só conseguiram ingressar no mercado de trabalho, mas como também estão se desenvolvendo nas empresas. Um exemplo é uma reportagem de capa do jornal americano The New York Times, que fala sobre "A Vantagem do Autismo". O dinamarquês Thorkil Sonne criou uma empresa chamada Specialisterne (traduzida como "os especialistas"). A ideia dele é de que, no ambiente certo, um adulto com autismo não poderia simplesmente manter um emprego, mas também ser o melhor colaborador. E isso deu certo. Este é um bom exemplo de case de sucesso. Também temos um case mais próximo, que é da Egalitê, veja aqui a história do Roger e aqui outros cases também. Histórias como essas são necessárias para mostrar como é possível sim fazer uma inclusão de forma plena e efetiva.



 



6) Mantenha a positividade e nunca desista. Ainda temos muito o que mudar, mas tudo pode ser feito. Obviamente que sozinhos, nos sentimos sozinhos. Mas juntos nós podemos e vamos fazer a diferença. Envolva-se para que a inclusão de pessoas com deficiência seja feita de forma eficaz. 



 



E você, tem mais alguma dica para auxiliar as pessoas com deficiência a fazerem parte do mercado de trabalho? Compartilhe com a gente.


Data de Publicação: 14/01/2018

Fonte: EGALITÊ